Foi lançado a 9 de Abril o livro de Alexandra Marques "A Voz do Silêncio", com ilustrações de Francisco Cardia.
segunda-feira, 18 de abril de 2011
sábado, 2 de abril de 2011
Dia do Livro Infantil
A Editora Edições Esgotadas comemora assim o Dia do Livro Infantil:
Quando as histórias de encantar se juntam acontece uma confusão saudável de emoções e sensações, de situações e de personagens que fazem parte do imaginário colectivo de gerações e gerações e que importa perpetuar ad infinitum:
“O Gato das Botas estava em casa. (…) Era uma tarde de fim de verão, daquelas em que o sol já começa a mostrar a sua timidez e a preparar a despedida anunciada para breve. O Gato das Botas tinha passado a semana inteira na jardinagem e nas limpezas, pelo que estava exausto. (…) viu qualquer coisa a aparecer debaixo do tapete. A princípio, julgou tratar-se de um simples papel que lhe tivesse caído, porém, assim que se baixou para o apanhar, logo se certificou de que era uma nota de 500 euros. (…) Decidido a encontrar uma esposa à altura da sua beleza e da sua elegância, o Gato das Botas resolveu abrir uma página na Internet com algumas das suas melhores fotos e pôr um anúncio para arranjar noiva. (…) No dia seguinte, de manhã, estava o nosso amigo sentado no sofá a olhar para todos os lados na esperança de encontrar mais alguma nota, quando tocaram à campainha. (…)” [Depois de ter rejeitado uma série de pretendentes, o Gato das Botas decide casar com a Carochinha, mas uma maldição atrapalha os seus planos…].
Teresa Adão, TOCA A TROCAR AS HISTÓRIAS DE ENCANTAR
Quando as histórias de encantar se juntam acontece uma confusão saudável de emoções e sensações, de situações e de personagens que fazem parte do imaginário colectivo de gerações e gerações e que importa perpetuar ad infinitum:
“O Gato das Botas estava em casa. (…) Era uma tarde de fim de verão, daquelas em que o sol já começa a mostrar a sua timidez e a preparar a despedida anunciada para breve. O Gato das Botas tinha passado a semana inteira na jardinagem e nas limpezas, pelo que estava exausto. (…) viu qualquer coisa a aparecer debaixo do tapete. A princípio, julgou tratar-se de um simples papel que lhe tivesse caído, porém, assim que se baixou para o apanhar, logo se certificou de que era uma nota de 500 euros. (…) Decidido a encontrar uma esposa à altura da sua beleza e da sua elegância, o Gato das Botas resolveu abrir uma página na Internet com algumas das suas melhores fotos e pôr um anúncio para arranjar noiva. (…) No dia seguinte, de manhã, estava o nosso amigo sentado no sofá a olhar para todos os lados na esperança de encontrar mais alguma nota, quando tocaram à campainha. (…)” [Depois de ter rejeitado uma série de pretendentes, o Gato das Botas decide casar com a Carochinha, mas uma maldição atrapalha os seus planos…].
Teresa Adão, TOCA A TROCAR AS HISTÓRIAS DE ENCANTAR
Eu Simplesmente Amo-te
Eu amo-te sem saber como, ou quando, ou a partir de onde. Eu simplesmente amo-te, sem problemas ou orgulho: eu amo-te desta maneira porque não conheço qualquer outra forma de amar sem ser esta, onde não existe eu ou tu, tão intimamente que a tua mão sobre o meu peito é a minha mão, tão intimamente que quando adormeço os teus olhos fecham-se.
Pablo Neruda, in "Cem Sonetos de Amor"
Pablo Neruda, in "Cem Sonetos de Amor"
quarta-feira, 30 de março de 2011
Geração à rasca - por MIA COUTO
Geração à Rasca - A Nossa Culpa
Um dia, isto tinha de acontecer.
Existe uma geração à rasca?
Existe mais do que uma! Certamente!
Está à rasca a geração dos pais que educaram os seus meninos numa abastança
caprichosa, protegendo-os de dificuldades e escondendo-lhes
as agruras da vida.
Está à rasca a geração dos filhos que nunca foram ensinados a lidar com
frustrações.
A ironia de tudo isto é que os jovens que agora se dizem (e também estão) à
rasca são os que mais tiveram tudo.
Nunca nenhuma geração foi, como esta, tão privilegiada na sua infância e na
sua adolescência. E nunca a sociedade exigiu tão pouco aos seus
jovens como lhes tem sido exigido nos últimos anos.
Deslumbradas com a melhoria significativa das condições de vida, a minha
geração e as seguintes (actualmente entre os 30 e os 50 anos)
vingaram-se das dificuldades em que foram criadas, no antes ou no pós 1974,
e quiseram dar aos seus filhos o melhor.
Ansiosos por sublimar as suas próprias frustrações, os pais investiram nos
seus descendentes: proporcionaram-lhes os estudos que fazem deles
a geração mais qualificada de sempre (já lá vamos...), mas também lhes
deram uma vida desafogada, mimos e mordomias, entradas nos locais de
diversão, cartas de condução e 1º automóvel, depósitos de combustível
cheios, dinheiro no bolso para que nada lhes faltasse. Mesmo quando as
expectativas de primeiro emprego saíram goradas, a família continuou
presente, a garantir aos filhos cama, mesa e roupa lavada.
Durante anos, acreditaram estes pais e estas mães estar a fazer o melhor; o
dinheiro ia chegando para comprar (quase) tudo, quantas
vezes em substituição de princípios e de uma educação para a qual não havia
tempo, já que ele era todo para o trabalho, garante do ordenado
com que se compra (quase) tudo. E éramos (quase) todos felizes.
Depois, veio a crise, o aumento do custo de vida, o desemprego, ... A
vaquinha emagreceu, feneceu, secou.
Foi então que os pais ficaram à rasca.
Os pais à rasca não vão a um concerto, mas os seus rebentos enchem
Pavilhões Atlânticos e festivais de música e bares e discotecas onde
não se entra à borla nem se consome fiado. Os pais à rasca deixaram de
ir ao restaurante, para poderem continuar a pagar restaurante aos filhos,
num país onde uma festa de aniversário de adolescente que se preza é no
restaurante e vedada a pais.
São pais que contam os cêntimos para pagar à rasca as contas da água e da
luz e do resto, e que abdicam dos seus pequenos prazeres para que
os filhos não prescindam da internet de banda larga a alta velocidade, nem
dos qualquercoisaphones ou pads, sempre de última geração.
São estes pais mesmo à rasca, que já não aguentam, que começam a ter de
dizer "não". É um "não" que nunca ensinaram os filhos a ouvir, e
que por isso eles não suportam, nem compreendem, porque eles têm direitos,
porque eles têm necessidades, porque eles têm expectativas,
porque lhes disseram que eles são muito bons e eles querem, e querem,
querem o que já ninguém lhes pode dar!
A sociedade colhe assim hoje os frutos do que semeou durante pelo menos
duas décadas.
Eis agora uma geração de pais impotentes e frustrados. Eis agora uma
geração jovem altamente qualificada, que andou muito por escolas e
universidades mas que estudou pouco e que aprendeu e sabe na proporção do
que estudou. Uma geração que colecciona diplomas com que o país lhes
alimenta o ego insuflado, mas que são uma ilusão, pois correspondem a pouco
conhecimento teórico e a duvidosa capacidade operacional.
Eis uma geração que vai a toda a parte, mas que não sabe estar em sítio
nenhum. Uma geração que tem acesso a informação sem que isso signifique
que é informada; uma geração dotada de trôpegas competências de leitura e
interpretação da realidade em que se insere. Eis uma geração habituada a
comunicar por abreviaturas e frustrada por não poder abreviar do mesmo modo
o caminho para o sucesso. Uma geração que deseja saltar as etapas da
ascensão social à mesma velocidade que queimou etapas de crescimento. Uma
geração que distingue mal a diferença entre emprego e trabalho,
ambicionando mais aquele do que este, num tempo em que nem um nem outro
abundam.
Eis uma geração que, de repente, se apercebeu que não manda no mundo como
mandou nos pais e que agora quer ditar regras à sociedade como as
foi ditando à escola, alarvemente e sem maneiras.
Eis uma geração tão habituada ao muito e ao supérfluo que o pouco não lhe
chega e o acessório se lhe tornou indispensável.
Eis uma geração consumista, insaciável e completamente desorientada. Eis
uma geração preparadinha para ser arrastada, para servir de montada a quem
é exímio na arte de cavalgar demagogicamente sobre o desespero alheio. Há
talento e cultura e capacidade e competência e solidariedade e inteligência
nesta geração?
Claro que há. Conheço uns bons e valentes punhados de exemplos!
Os jovens que detêm estas capacidades-características não encaixam no
retrato colectivo, pouco se identificam com os seus contemporâneos, e nem
são esses que se queixam assim (embora estejam à rasca, como todos nós).
Chego a ter a impressão de que, se alguns jovens mais inflamados pudessem,
atirariam ao tapete os seus contemporâneos que trabalham bem, os que são
empreendedores, os que conseguem bons resultados académicos, porque, que
inveja!, que chatice!, são betinhos, cromos que só estorvam os outros (como
se viu no último Prós e Contras) e, oh, injustiça!, já estão a ser capazes
de abarbatar bons ordenados e a subir na vida.
E nós, os mais velhos, estaremos em vias de ser caçados à entrada dos
nossos locais de trabalho, para deixarmos livres os invejados lugares a que
alguns acham ter direito e que pelos vistos - e a acreditar no que
ultimamente ouvimos de algumas almas - ocupamos injusta, imerecida e
indevidamente?!!!
Novos e velhos, todos estamos à rasca. Apesar do tom desta minha prosa, o
que eu tenho mesmo é pena destes jovens. Tudo o que atrás escrevi serve
apenas para demonstrar a minha firme convicção de que a culpa não é deles.
A culpa de tudo isto é nossa, que não soubemos formar nem educar, nem
fazer melhor, mas é uma culpa que morre solteira, porque é de todos, e a
sociedade não consegue, não quer, não pode assumi-la. Curiosamente, não é
desta culpa maior que os jovens agora nos acusam.
Haverá mais triste prova do nosso falhanço?
Pode ser que tudo isto não passe de alarmismo, de um exagero meu, de uma
generalização injusta. Pode ser que nada/ninguém seja assim.
Autor: MIA COUTO
Um dia, isto tinha de acontecer.
Existe uma geração à rasca?
Existe mais do que uma! Certamente!
Está à rasca a geração dos pais que educaram os seus meninos numa abastança
caprichosa, protegendo-os de dificuldades e escondendo-lhes
as agruras da vida.
Está à rasca a geração dos filhos que nunca foram ensinados a lidar com
frustrações.
A ironia de tudo isto é que os jovens que agora se dizem (e também estão) à
rasca são os que mais tiveram tudo.
Nunca nenhuma geração foi, como esta, tão privilegiada na sua infância e na
sua adolescência. E nunca a sociedade exigiu tão pouco aos seus
jovens como lhes tem sido exigido nos últimos anos.
Deslumbradas com a melhoria significativa das condições de vida, a minha
geração e as seguintes (actualmente entre os 30 e os 50 anos)
vingaram-se das dificuldades em que foram criadas, no antes ou no pós 1974,
e quiseram dar aos seus filhos o melhor.
Ansiosos por sublimar as suas próprias frustrações, os pais investiram nos
seus descendentes: proporcionaram-lhes os estudos que fazem deles
a geração mais qualificada de sempre (já lá vamos...), mas também lhes
deram uma vida desafogada, mimos e mordomias, entradas nos locais de
diversão, cartas de condução e 1º automóvel, depósitos de combustível
cheios, dinheiro no bolso para que nada lhes faltasse. Mesmo quando as
expectativas de primeiro emprego saíram goradas, a família continuou
presente, a garantir aos filhos cama, mesa e roupa lavada.
Durante anos, acreditaram estes pais e estas mães estar a fazer o melhor; o
dinheiro ia chegando para comprar (quase) tudo, quantas
vezes em substituição de princípios e de uma educação para a qual não havia
tempo, já que ele era todo para o trabalho, garante do ordenado
com que se compra (quase) tudo. E éramos (quase) todos felizes.
Depois, veio a crise, o aumento do custo de vida, o desemprego, ... A
vaquinha emagreceu, feneceu, secou.
Foi então que os pais ficaram à rasca.
Os pais à rasca não vão a um concerto, mas os seus rebentos enchem
Pavilhões Atlânticos e festivais de música e bares e discotecas onde
não se entra à borla nem se consome fiado. Os pais à rasca deixaram de
ir ao restaurante, para poderem continuar a pagar restaurante aos filhos,
num país onde uma festa de aniversário de adolescente que se preza é no
restaurante e vedada a pais.
São pais que contam os cêntimos para pagar à rasca as contas da água e da
luz e do resto, e que abdicam dos seus pequenos prazeres para que
os filhos não prescindam da internet de banda larga a alta velocidade, nem
dos qualquercoisaphones ou pads, sempre de última geração.
São estes pais mesmo à rasca, que já não aguentam, que começam a ter de
dizer "não". É um "não" que nunca ensinaram os filhos a ouvir, e
que por isso eles não suportam, nem compreendem, porque eles têm direitos,
porque eles têm necessidades, porque eles têm expectativas,
porque lhes disseram que eles são muito bons e eles querem, e querem,
querem o que já ninguém lhes pode dar!
A sociedade colhe assim hoje os frutos do que semeou durante pelo menos
duas décadas.
Eis agora uma geração de pais impotentes e frustrados. Eis agora uma
geração jovem altamente qualificada, que andou muito por escolas e
universidades mas que estudou pouco e que aprendeu e sabe na proporção do
que estudou. Uma geração que colecciona diplomas com que o país lhes
alimenta o ego insuflado, mas que são uma ilusão, pois correspondem a pouco
conhecimento teórico e a duvidosa capacidade operacional.
Eis uma geração que vai a toda a parte, mas que não sabe estar em sítio
nenhum. Uma geração que tem acesso a informação sem que isso signifique
que é informada; uma geração dotada de trôpegas competências de leitura e
interpretação da realidade em que se insere. Eis uma geração habituada a
comunicar por abreviaturas e frustrada por não poder abreviar do mesmo modo
o caminho para o sucesso. Uma geração que deseja saltar as etapas da
ascensão social à mesma velocidade que queimou etapas de crescimento. Uma
geração que distingue mal a diferença entre emprego e trabalho,
ambicionando mais aquele do que este, num tempo em que nem um nem outro
abundam.
Eis uma geração que, de repente, se apercebeu que não manda no mundo como
mandou nos pais e que agora quer ditar regras à sociedade como as
foi ditando à escola, alarvemente e sem maneiras.
Eis uma geração tão habituada ao muito e ao supérfluo que o pouco não lhe
chega e o acessório se lhe tornou indispensável.
Eis uma geração consumista, insaciável e completamente desorientada. Eis
uma geração preparadinha para ser arrastada, para servir de montada a quem
é exímio na arte de cavalgar demagogicamente sobre o desespero alheio. Há
talento e cultura e capacidade e competência e solidariedade e inteligência
nesta geração?
Claro que há. Conheço uns bons e valentes punhados de exemplos!
Os jovens que detêm estas capacidades-características não encaixam no
retrato colectivo, pouco se identificam com os seus contemporâneos, e nem
são esses que se queixam assim (embora estejam à rasca, como todos nós).
Chego a ter a impressão de que, se alguns jovens mais inflamados pudessem,
atirariam ao tapete os seus contemporâneos que trabalham bem, os que são
empreendedores, os que conseguem bons resultados académicos, porque, que
inveja!, que chatice!, são betinhos, cromos que só estorvam os outros (como
se viu no último Prós e Contras) e, oh, injustiça!, já estão a ser capazes
de abarbatar bons ordenados e a subir na vida.
E nós, os mais velhos, estaremos em vias de ser caçados à entrada dos
nossos locais de trabalho, para deixarmos livres os invejados lugares a que
alguns acham ter direito e que pelos vistos - e a acreditar no que
ultimamente ouvimos de algumas almas - ocupamos injusta, imerecida e
indevidamente?!!!
Novos e velhos, todos estamos à rasca. Apesar do tom desta minha prosa, o
que eu tenho mesmo é pena destes jovens. Tudo o que atrás escrevi serve
apenas para demonstrar a minha firme convicção de que a culpa não é deles.
A culpa de tudo isto é nossa, que não soubemos formar nem educar, nem
fazer melhor, mas é uma culpa que morre solteira, porque é de todos, e a
sociedade não consegue, não quer, não pode assumi-la. Curiosamente, não é
desta culpa maior que os jovens agora nos acusam.
Haverá mais triste prova do nosso falhanço?
Pode ser que tudo isto não passe de alarmismo, de um exagero meu, de uma
generalização injusta. Pode ser que nada/ninguém seja assim.
Autor: MIA COUTO
domingo, 27 de março de 2011
Frutas, verduras ou legumes?
Muitas vezes fazemos confusão quanto à terminologia adequada para designar produtos de origem vegetal. A variedade desse grupo de alimentos é imensa, sendo que alguns têm apenas ocorrência local ou regional.
Tentando utilizar a designação correta de cada um destes produtos, Gustave encontrou as seguintes definições:
Legumes e verduras são as plantas ou parte delas que podem ser destinadas ao consumo humano. As partes mais usualmente consumidas são os frutos, caules, sementes, tubérculos, folhas e raízes. Quando a porção comestível do vegetal são as folhas, flores, botões ou hastes utiliza-se a terminologia verdura. Já, quando os frutos, sementes ou partes que se desenvolvem na terra são consumidos, a nomenclatura correta é legume. Fruta é a parte polposa que rodeia a semente de plantas que possui aroma característico, sendo rica em suco, com sabor adocicado.
Seguem exemplos de cada categoria:
- Verduras: acelga, agrião, aipo, alface, almeirão, brócolis, chicória, couve, couve-flor, escarola, espinafre, mostarda, repolho, rúcula, salsa e salsão.
- Legumes: cenoura, beterraba, abóbora, pepino, cebola.
- Frutas: acerola, laranja, tangerina, manga, limão, mamão, banana.
Mas, e as leguminosas? Quem são? Trata-se de outro grupo que, ao contrário das frutas, verduras e legumes, nos fornecem boa quantidade de proteína de origem vegetal. São elas: feijões, ervilhas, lentilhas, grão de bico e soja!
Mesmo que nos confundamos de vez em quando, estes alimentos devem fazer parte da nossa dieta, de preferência na sua forma natural e, se possível, orgânicos.
Tentando utilizar a designação correta de cada um destes produtos, Gustave encontrou as seguintes definições:
Legumes e verduras são as plantas ou parte delas que podem ser destinadas ao consumo humano. As partes mais usualmente consumidas são os frutos, caules, sementes, tubérculos, folhas e raízes. Quando a porção comestível do vegetal são as folhas, flores, botões ou hastes utiliza-se a terminologia verdura. Já, quando os frutos, sementes ou partes que se desenvolvem na terra são consumidos, a nomenclatura correta é legume. Fruta é a parte polposa que rodeia a semente de plantas que possui aroma característico, sendo rica em suco, com sabor adocicado.
Seguem exemplos de cada categoria:
- Verduras: acelga, agrião, aipo, alface, almeirão, brócolis, chicória, couve, couve-flor, escarola, espinafre, mostarda, repolho, rúcula, salsa e salsão.
- Legumes: cenoura, beterraba, abóbora, pepino, cebola.
- Frutas: acerola, laranja, tangerina, manga, limão, mamão, banana.
Mas, e as leguminosas? Quem são? Trata-se de outro grupo que, ao contrário das frutas, verduras e legumes, nos fornecem boa quantidade de proteína de origem vegetal. São elas: feijões, ervilhas, lentilhas, grão de bico e soja!
Mesmo que nos confundamos de vez em quando, estes alimentos devem fazer parte da nossa dieta, de preferência na sua forma natural e, se possível, orgânicos.
Receitas de aperitivos de Primavera
« Cuisiner suppose une tête légère, un esprit généreux et un coeur large. »
Paul Gauguin
Bolinhas de queijo fresco
300g queijo fresco espremido
100g queijo parmesão ralado
3 ovos
1 colher sopa farinha
Pão ralado
Óleo para fritar
q.b. sal
q.b. pimento
Passar o queijo fresco ou o requeijão por um ralador fino, juntar o parmesão, a farinha, sal, pimenta e 2 ovos. Misturar bem e tender bolinhas que se passam no ovo batido, depois no pão ralado e fritam-se em abundante óleo quente.
Pão de alho
400g pão francês tipo “baguette”
20g alho quebrado
5g salsinha picada
5g cebolinha picada
25 g queijo parmesão ralado
Pimenta do reino q.b.
100g manteiga
Cortar a baguette ao meio e separar as metades. Misturar a manteiga, o alho, a pimenta e as ervas e espalhar sobre o pão de maneira uniforme. Cortar em diagonal e levar ao forno pré-aquecido (+- 10 m) por, aproximadamente, 5 minutos.
Gustave deixa com os seus fiéis leitores o prazer de degustar estes aperitivos, em qualquer altura desta primavera tão tímida.
Paul Gauguin
Bolinhas de queijo fresco
300g queijo fresco espremido
100g queijo parmesão ralado
3 ovos
1 colher sopa farinha
Pão ralado
Óleo para fritar
q.b. sal
q.b. pimento
Passar o queijo fresco ou o requeijão por um ralador fino, juntar o parmesão, a farinha, sal, pimenta e 2 ovos. Misturar bem e tender bolinhas que se passam no ovo batido, depois no pão ralado e fritam-se em abundante óleo quente.
Pão de alho
400g pão francês tipo “baguette”
20g alho quebrado
5g salsinha picada
5g cebolinha picada
25 g queijo parmesão ralado
Pimenta do reino q.b.
100g manteiga
Cortar a baguette ao meio e separar as metades. Misturar a manteiga, o alho, a pimenta e as ervas e espalhar sobre o pão de maneira uniforme. Cortar em diagonal e levar ao forno pré-aquecido (+- 10 m) por, aproximadamente, 5 minutos.
Gustave deixa com os seus fiéis leitores o prazer de degustar estes aperitivos, em qualquer altura desta primavera tão tímida.
sábado, 12 de março de 2011
Pudim frio de limão com morangos
Pudim frio de limão com morangos
Ingredientes para o pudim:
1 chávena almoçadeira mal cheia de açúcar
5 colheres de sopa de farinha maizena
2 chávenas almoçadeiras de água
¼ de chávena de leite
Sumo de 2 limões
2 claras
Ingredientes para o molho:
500 gramas de morangos
125 gramas de açúcar
1 cálice de vinho do Porto
Num tacho, mistura-se o açúcar com a farinha maizena. Depois, junta-se a água e o leite e mexe-se até o açúcar se dissolver. Leva-se ao lume e vai-se mexendo até engrossar e ferver. Sem parar de mexer com a colher de pau, deixa-se estar 2 minutos sobre lume moderado e adiciona-se o sumo de limão. Batem-se as 2 claras em castelo bem firme e juntam-se cuidadosamente. Unta-se a forma com óleo e deita-se o preparado, aconchegando bem.
Leva-se ao frigorífico durante 2 horas.
Entretanto, lavam-se muito bem os morangos, retira-se-lhes a pé e escorrem-se. Colocam-se num copo alto, juntam-se o açúcar e o vinho do Porto e bate-se com a varinha até ficar em creme. Este molho também se guarda no frigorífico até servir.
Finalmente, desenforma-se o pudim com cuidado para dentro de um prato e rega-se com o molho. À volta do prato enfeita-se com alguns morangos inteiros.
Ingredientes para o pudim:
1 chávena almoçadeira mal cheia de açúcar
5 colheres de sopa de farinha maizena
2 chávenas almoçadeiras de água
¼ de chávena de leite
Sumo de 2 limões
2 claras
Ingredientes para o molho:
500 gramas de morangos
125 gramas de açúcar
1 cálice de vinho do Porto
Num tacho, mistura-se o açúcar com a farinha maizena. Depois, junta-se a água e o leite e mexe-se até o açúcar se dissolver. Leva-se ao lume e vai-se mexendo até engrossar e ferver. Sem parar de mexer com a colher de pau, deixa-se estar 2 minutos sobre lume moderado e adiciona-se o sumo de limão. Batem-se as 2 claras em castelo bem firme e juntam-se cuidadosamente. Unta-se a forma com óleo e deita-se o preparado, aconchegando bem.
Leva-se ao frigorífico durante 2 horas.
Entretanto, lavam-se muito bem os morangos, retira-se-lhes a pé e escorrem-se. Colocam-se num copo alto, juntam-se o açúcar e o vinho do Porto e bate-se com a varinha até ficar em creme. Este molho também se guarda no frigorífico até servir.
Finalmente, desenforma-se o pudim com cuidado para dentro de um prato e rega-se com o molho. À volta do prato enfeita-se com alguns morangos inteiros.
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